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Após chuvas castigarem a cidade, prefeito de Ilhabela pede para população economizar água


Toninho Colucci ressaltou que ações preventivas ajudaram a minimizar os impactos causados pelo fenômeno da natureza; trânsito local e translado de balsas para acesso à ilha forma normalizados

Reprodução/Facebook/Prefeitura de IlhabelaPrefeito de Ilhabela pediu auxílio do governador de São Paulo na realocação dos desabrigados após fortes chuvas

O prefeito de Ilhabela, Toninho Colucci (PL), concedeu uma entrevista exclusiva nesta segunda-feira, 20, ao programa Prós e Contras e falou sobre as situações da cidade após as fortes chuvas que impactaram negativamente a região do Litoral Norte paulista. O político pediu à população – e aos turistas que lá se encontram – que economizassem água neste período pós-chuvas. “Tenho pedido aos moradores e turistas que economizem [água]”, afirmou. Ainda assim, Colucci ressaltou que já não chove no município a 30 horas e que houve um auxílio por parte meteorológico para que as equipes de busca e auxílio possam ajudar a população. “Trabalhamos muito preventivamente. Em outubro e dezembro nos dedicamos a limpar córregos, bueiros e galerias. Esse trabalho minimizou os problemas. A situação não foi tão grave como em outras cidades”, disse. Questionado sobre o trânsito local, Colucci pontuou que a mobilidade urbana ocorre sem problemas e ressaltou que a cidade continua com suas festividades carnavalescas. Sobre as balsas, já houve normalização do trajeto entre a ilha e o continente. “Estamos com cinco balsas operando com um tempo de espera de uma hora ou uma hora e meia”, informou. Toninho aproveitou para expor sua conversa com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Rpeublicanos) – que transferiu seu gabinete do Palácio dos Bandeirantes para a cidade de São Sebastião a fim de acelerar a recuperação da região litorânea. “Conversei com ele [Tarcísio] por 15 minutos. Coloquei a situação da ilha e que precisava dele na questão da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). Nós temos hoje 100 famílias que retiramos de áreas de risco em função das chuvas. Estão em imóveis alugados pela prefeitura. Por isso que os acidentes e as mortes não ocorreram aqui, mas temos áreas desapropriadas e as obras não começam porque a Cetesb é muito morosa no licenciamento. Preciso da ajuda dele para resolver em definitivo esses problemas”, revelou.





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Tribuna do Tocantins

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