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China retoma emissão de vistos para estrangeiros após suspender restrições impostas na pandemia


Além da revisão e aprovação, os documentos emitidos antes de 28 de março de 2020 que ainda estão vigentes serão válidos para entrar no país

JADE GAO / AFP
Passageiros caminham pelo saguão de desembarque de voos internacionais no Aeroporto Internacional da Capital em Pequim

O ministério das Relações Exteriores da China anunciou nesta terça-feira, 14, que vai retomar a emissão de vários tipos de vistos para estrangeiros após suspender as restrições em vigor desde o começo da pandemia de Covid-19. Desta maneira, o país dá mais um passo na reabertura ao mundo, poucos meses depois de começar a desmantelar a estratégia restritiva “covid zero”, imposta durante quase três anos devido à pandemia. Além da revisão e aprovação de novos documentos de viagem, os vistos emitidos antes de 28 de março de 2020 que ainda estão vigentes serão válidos para entrar na China, informa uma nota publicada nas redes sociais do escritório de assuntos consulares do ministério. A nova política também restabelecerá a possibilidade de conceder entradas sem visto a alguns tipos de viajantes, como os visitantes que chegam em cruzeiros a para Xangai ou os grupos de turistas procedentes de Hong Kong, Macau e alguns países do sudeste asiático. Antes da adoção do confinamento devido à pandemia, a China recebeu 65,7 milhões de visitantes internacionais em 2019, segundo a Organização Mundial do Turismo, vinculada à ONU. Pequim demorou para reabri suas fronteiras para viajantes internacionais. Foi só no final de 2022, após uma onda de manifestações incomuns no país, que eles flexibilizaram a política de ‘Covid zero’. No início de dezembro, as autoridades chinesas que os visitantes procedentes de outros países não precisavam mais cumprir um período de quarentena, mas prosseguiu com as restrições de vistos para os estrangeiros. O anúncio da reabertura acontece depois de uma importante sessão do controlado Parlamento nacional, que confirmou o terceiro mandato de Xi Jinping como presidente e nomeou seu aliado Li Qiang como primeiro-ministro. Li admitiu na segunda-feira que alcançar a meta estabelecida de crescimento “ao redor de 5%” em 2023 não será “uma tarefa fácil”.





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Tribuna do Tocantins

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