País emitiu um comunicado afirmando que situação está em conformidade com os requisitos relevantes de quarentena e saúde estipulados
A China suspendeu o embargo à carne bovina do Brasil nesta quinta-feira, 23, indicando que a situação relacionada a um caso de vaca louca está “em conformidade com os requisitos relevantes de quarentena e saúde” do país. O governo chinês emitiu uma nota, declarando a permissão do retorno às exportações. “Um caso atípico de doença da vaca louca ocorreu no Brasil. Em 23 de fevereiro de 2023, o Brasil suspendeu voluntariamente as exportações de carne bovina para a China. A Administração Geral das Alfândegas atribui grande importância a isso, realizou várias rodadas de consultas técnicas com o lado brasileiro e organizou especialistas para realizar uma avaliação de risco no sistema brasileiro de prevenção e controle da doença da vaca louca. Após avaliação, o sistema de prevenção e controle da doença da vaca louca do Brasil está em conformidade com os requisitos relevantes de quarentena e saúde da China, e fica decidido permitir que o Brasil retome a exportação de carne bovina desossada com menos de 30 meses de idade para a China a partir de 23 de março de 2023. Quando os produtos relevantes entrarem no país, a alfândega implementará inspeção e quarentena de acordo com as leis e regulamentos para garantir a conformidade com os requisitos de segurança e saúde do meu país”, destaca o comunicado.
Em nota oficial, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, confirmou a retomada das exportações de carne para o país asiático. “Tenho certeza que isso é um passo para que o Brasil avance cada vez mais com o credenciamento de plantas e oportunidades para a pecuária brasileira”, disse o ministro após reunião com o Ministro da Administração Geral da Aduana Chinesa, Yu Jianhua, para tratar do assunto. A resolução da situação ocorre a apenas três dias da viagem de Estado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para visitar o parceiro econômico. Segundo o governo brasileiro, as exportações podem ser retomadas a partir desta sexta-feira, 24. A atividade estava suspensa desde fevereiro após a confirmação de um caso de Encefalopatia Espongiforme Bovina, conhecido como mal da “vaca louca”, em um animal macho de nove anos em uma pequena propriedade no município de Marabá, no Pará.
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