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Comissões de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio do TJTO apresentam novo fluxo de trabalho para melhor acolhimento às vítimas


As Comissões de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e à Discriminação do Tribunal de Justiça do Tocantins (Cassedio2) e do 1º grau (Cassedio1), realizaram, na tarde desta segunda-feira (3/11), uma reunião conjunta para formalizar o novo fluxo de trabalho voltado ao acolhimento de vítimas de assédio moral, assédio sexual e discriminação no ambiente de trabalho do Judiciário tocantinense.

Responsáveis por receber denúncias, orientar vítimas e promover ações de prevenção, as comissões atuam como canal institucional seguro para quem sofre ou presencia situações de assédio ou discriminação. A atualização do fluxo unifica procedimentos para todas as unidades do TJTO, garantindo acolhimento humanizado, ético e sigiloso desde o primeiro atendimento até o encerramento do caso.

A reunião contou com a participação das presidentes das duas Comissões: a desembargadora Angela Haonat, que preside a Cassedio2, e a juíza Flávia Afini Bovo, presidente da Cassedio do 1º Grau. Durante o encontro, ambas destacaram a importância da atuação integrada para fortalecer o enfrentamento ao assédio no Judiciário.

Para a juíza Flávia Afini Bovo, a padronização representa o cuidado com quem denuncia: “O fluxo unificado torna o atendimento mais claro e efetivo. Quem chega fragilizado precisa encontrar acolhimento e respostas.”

O novo modelo foi construído após o Workshop “Elaboração Coletiva de Fluxo Operacional nos Casos de Assédio Sexual, Assédio Moral e Discriminações”, ministrado pela juíza do Trabalho Adriana Manta da Silva, do TRT da 5ª Região (Bahia). A partir das orientações apresentadas, as comissões definiram melhorias tanto no atendimento à vítima quanto na condução interna dos encaminhamentos.

Além das mudanças no fluxo, estão previstas a atualização da Cartilha de Enfrentamento ao Assédio e reformulação do site da Cassedio, para facilitar a denúncia e promover um acesso simplificado e intuitivo aos serviços.  

Para a integrante da comissão, a servidora Maria Clara Rezende Duarte, o novo fluxo reforça o compromisso com o acolhimento. “A modernização não é apenas técnica. É uma mudança de postura. É acolher quem procura ajuda com segurança e sensibilidade.”



FONTE

Tribuna do Tocantins

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