A pacificação da política na sociedade brasileira foi bem encaminhada. O auge da dúvida se deu nos 2 dias de votações. A certeza da guerra se deu nas invasões dos Três Poderes em 8 de janeiro. Sem uma morte, a resultante imposição da lei e da ordem serviu para consolidar a paz no país e melhorar sua imagem no exterior. A tal ponto que a resistência e a transição na democracia do Brasil foram consideradas melhores do que nos Estados Unidos, para a surpresa de Daron Acemoglu e James A. Robinson, autores do livro “Porque as Nações Fracassam”.
A pax política precisa agora se dar na economia. Mais que transição, aqui será preciso fazer uma travessia, porque não é apenas o caso de mudar orientações na política econômica, mas reestruturar as próprias instituições. Atravessa-se hoje talvez a maior mudança econômica e social desde o advento da industrialização.
A transformação começa dentro de casa: nem é mais lembrado o que foi um vídeo cassete ou uma televisão de tubo de raios catódicos. Um telefonema para central de atendimento só cai em máquinas e já se vai ao cinema sem ter um funcionário para vender ou para conferir o ingresso. Não foi a pandemia da covid-19 que produziu esta e tantas outras transformações: ela só acelerou a quebra dos paradigmas na organização do trabalho, dos negócios e da vida.
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