Em busca de melhores salários e condições de trabalho, os profissionais começaram a mobilização no Distrito Federal e em diversos Estados
Os entregadores de aplicativos iniciaram nesta sexta-feira, 29, uma greve em todo o Brasil. Em busca de melhores salários e condições de trabalho, os profissionais começaram a mobilização no Distrito Federal e em diversos Estados, como Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Apelidada de “Breque Nacional”, a paralisação visa pressionar o governo federal a regulamentar o trabalho por aplicativo. De acordo com os representantes dos entregadores, a categoria cobra o pagamento de remuneração de R$ 35 pela hora logada, ou seja, todo o tempo à disposição dos apps. O Grupo de Trabalho, formado pelo presidente Lula (PT), entretanto, redigiu um Projeto de Lei (PL) que consiste na hora trabalhada, com base em R$ 30 fixo aos motoristas, e R$ 17 aos entregadores, motociclistas e ciclistas. Além disso, todos os profissionais receberiam ainda R$ 7,50 de ganho líquido por hora, com incidência de 27,5% de contribuição para o INSS sobre este valor. As manifestações devem se estender até o próximo domingo, 1º.
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