Ação policial resultou na prisão de 958 pessoas, sendo 382 procurados, além da apreensão de cerca de 1 tonelada de droga em 40 dias
O Governo de São Paulo encerrou, nesta terça-feira, 5, a Operação Escudo, deflagrada em Guarujá, no litoral paulista, em julho. Após um 40 dias de operação, 28 pessoas morreram. Além disso, a ação resultou na prisão de 958 pessoas, sendo 382 procurados. Os policiais apreenderam ainda cerca de 1 tonelada de droga no período. As informações foram divulgadas nesta terça-feira, em coletiva de imprensa no auditório da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP). Ação começou um dia após a morte do policial da Rota (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar), Patrick Bastos Reis, no fim de julho. O policial foi baleado enquanto fazia um patrulhamento na comunidade da Vila Zilda, em Guarujá. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Um outro soldado que estava com Patrick ficou ferido. A ação foi alvo de críticas devido a uma série de denúncias de torturas praticadas por policiais. Tanto o governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, negaram as denúncias. A Defensoria Pública de São Paulo chegou a encaminhar um ofício para a SSP pedindo o fim imediato da Operação Escudo.
“Nos laudos do IML (Instituto Médico Legal), nenhum aponta sinais de execução. Que houve tortura, nenhum laudo aponta hematoma, queimadura de cigarro ou algumas informações que tivemos de que indivíduos tiveram a unha arrancada”, disse Derrite. Além disso, a Operação Impacto será retomada. “Nesse diapasão, enceramos a Operação Escudo e continuaremos a Operação Impacto. Essa vai seguir até o início da Operação Verão, porque a Baixada não pode ficar sem o reforço do policiamento”, afirmou o secretário.
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