Nova testemunha afirma que policial que realizou disparos se envolveu em briga para defender amigo que discutia com torcedores do tricolores
Já está sendo apurada pelas autoridades do Rio de Janeiro uma nova versão para o brutal assassinato de um torcedor do Fluminense em um bar nos arredores do estádio do Maracanã no último sábado, 1º de abril, após a primeira final do campeonato estadual, entre Flamengo e Fluminense. Um homem que não quis se identificar disse que não houve discussão em torno de uma pizza brotinho entre o policial penal Marcelo de Lima e a vítima. Segundo essa testemunha, houve bate-boca com uma terceira pessoa e torcedores tricolores. E o policial só teria aparecido após isso, sacando a arma e disparando. Marcelo de Lima seria amigo do homem que discutia com torcedores. Nove tiros foram disparados. Nove acertaram Thiago Leonel Fernandes da Motta, de 40 anos. Ele morreu na hora. Outros tiros atingiram Bruno Tonini Moura, de 38 anos, na região da barriga. Ministério Público está pedindo que outras testemunhas que ainda não se manifestaram procurem a promotoria para colaborar com as investigações. O corpo de Thiago Motta será cremado nesta quarta-feira, 5. Bruno Moura segue internado em estado grave de saúde em um hospital particular no Maracanã. O policial Marcelo de Lima está preso por tempo indeterminado no sistema carcerário do Estado e foi indiciado por homicídio qualificado por motivo torpe e tentativa de homicídio
*Com informações do repórter Rodrigo Viga
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