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Polonesa que diz ser Madeleine McCan tem 90% de chances de não ser a inglesa, afirma especialista


Teste da empresa especializada em reconhecimento facial, Ava-x, mostrou que por mais que as duas tenham um coloboma parecido no olho direito, outras características não são compatíveis

Handout / METROPOLITAN POLICE / AFP / Reprodução/Instagram/iammadeleinemccan
Julia Wendell tem postado supostas evidências nas redes sociais que a ligam a Madeleine McCann

Ava-x, uma empresa especializada em reconhecimento facial, apontou que há 90% de chances de Julia Wandelt, 21 anos, jovem polonesa que diz ser Madeleine McCann, ser a inglesa desaparecida em 2007 durante uma viagem com a família para Portugal. “É praticamente improvável a polonesa ser Meddie”, informou Christian Fehrin, chefe da Ava-x, em entrevista ao site de notícias alemão, Blick. O testo realizado pela empresa suíça, tendo como base um software de correspondência facial, mostrou que por mais que as duas tenham um coloboma (defeito congênito) parecido no olho direito, outras características não são compatíveis, contudo, eles não citaram quais seriam esses pontos de divergências. Há um pouco mais de um mês, Julia ganhou destaque nas redes socais e espaço na imprensa por dizer que seria a menina Madeleine.

Por meio do Instagram ela começou a compartilhar evidências que mostravam suas semelhanças com a meninas. Ela ganhou centenas de milhares de seguidores e até ganhou atenção dos pais da menina que se prontificaram em realizar o exame de DNA. Apesar da polícia ter descartado que a menina é quem acredita ser, a jovem ainda segue tentando provar que é Maddie. Na semana passada, com ajuda da detetive ela enviou amostras para que seja feito um teste de DNA que determinará de qual local ela realmente é, mas ainda não saiu o resultado, de acordo com o portal Radar Online. Se ficar comprovado que ela é britânica ou da região, a investigação particular de Fia Johansson, detetive da jovem, deve continuar com foco na garota desaparecida em 2007. Atualmente elas estão nos Estados Unidos. Julia e Johansson se mudaram para lá após a jovem ser supostamente ameaça de morte em seu país. Um prêmio de cerca de 30 mil libras R$ 134 mil foi colocado pela cabeça da polonesa.





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Tribuna do Tocantins

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