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“Todos nós temos o poder de fazer a diferença.” Essa foi a mensagem que os promotores de Justiça Benedicto Guedes e André Ricardo Fonseca reforçaram em um bate-papo descontraído e informativo que realizaram nesta quarta-feira, 19, com os alunos do Colégio Municipal Anne Frank, em Palmas.

A ação, que integra o projeto “Caminhos para Proteção: Chega de Violência nas Escolas”, abordou temas como bullying, cyberbullying, racismo e outros atos infracionais,  mostrando as consequências dessas práticas e discutindo formas de preveni-las. 

Além de explicar qual a função do Ministério Público e como os promotores atuam, o promotor Benedicto Guedes enfatizou os efeitos nocivos da violência – física, verbal, psicológica e virtual – no ambiente escolar, enquanto o promotor André Ricardo destacou as implicações legais dos atos infracionais,  inclusive os praticados em ambientes cibernétics.   “Na escola, na rua ou na internet, temos a responsabilidade de respeitar os outros e combater atitudes erradas. Criar um ambiente onde todos se sintam seguros e respeitados”,incentivou. 

Participando ativamente, os estudantes tiraram dúvidas e fizeram relatos de situações que acontecem na escola e na comunidade, abordando temas como abuso sexual, roubo, furto, bullying e discriminação.  

A mudança está em nossas mãos

Para marcar o momento, os adolescentes  participaram de uma atividade especial: desenharam suas mãos e escreveram dentro delas ações que podem contribuir para uma convivência pacífica na escola, como “denunciar agressões”, “respeitar os colegas” e “praticar a empatia”. Juntos formaram um grande painel vivo de mãos que se levantam para transformar o ambiente escolar em um espaço de convivência pacífica.  

“Cada um de vocês tem o poder de fazer a diferença. O respeito começa com pequenas atitudes, como ouvir o outro e ajudar quem precisa”, destacou o promotor Benedicto Guedes. 

“Combater a violência começa com pequenas ações. Conto com vocês para serem a mudança que queremos ver!”, concluiu o promotor André Ricardo, reforçando o compromisso do MPTO de transformar as escolas tocantinenses em espaços seguros e inclusivos.





FONTE

Tribuna do Tocantins

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