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O Ministério Público do Tocantins (MPTO) firmou na tarde desta quarta-feira, 9, um Termo de Cooperação Técnica com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) que tem o objetivo de atuar, de forma conjunta, na promoção de atividades voltadas a mulheres em situação de vulnerabilidade.

As assistidas serão identificadas e indicadas pelo MPTO, por meio do Núcleo Maria da Penha, para participar do projeto “Força Mulher”, que disponibiliza vagas em cursos profissionalizantes em diversos municípios tocantinenses. O objetivo é que elas conquistem sua independência financeira.

Assinaram o termo o procurador-geral de Justiça, Luciano Casaroti, e a coordenadora estadual do “Força Mulher”, Luciana Pires Retes, que no ato representou o diretor-superintendente do Sebrae, Rerison Antonio Castro Leite.

Também esteve presente na assinatura a promotora de Justiça Renata Castro Rampanelli, coordenadora do Núcleo Maria da Penha, que já tem um projeto voltado à capacitação e a qualificação profissional da mulher em situação de violência, o “Recomeçar é preciso”.

Segundo a promotora, o projeto do Sebrae será um dos parceiros do “Recomeçar”.

O PGJ ressaltou a importância de as instituições atuarem de forma conjunta no auxílio às mulheres que mais necessitam de apoio. “É uma parceria fundamental para oferecer à mulher, que está em situação de risco, a oportunidade de buscar a autonomia e a sua independência financeira. O Ministério Público sempre está à disposição para firmar acordos que beneficiem, de fato, o cidadão e a cidadã tocantinense”, afirmou Casaroti.

“Queremos implantar um atendimento de qualidade, especializado, de forma rápida, ágil e eficaz, para garantir um recomeço a essas mulheres. Buscamos assegurar o empoderamento, elevar a autoestima e desenvolver a capacidade empreendedora para que elas possam caminhar sozinhas”, afirmou Renata Rampanelli.

Também participaram da assinatura do Termo de Cooperação o chefe do departamento de Planejamento e Gestão (Deplan) do MPTO, João Ricardo de Araújo Silva; a psicopedagoga Leila Lopes e a pedagoga Bruna Raquel Resplande Silva Prudente Junqueira, ambas do Núcleo Maria da Penha.

A coordenadora do projeto “Força Mulher”, do Sebrae”, Luciana Pires Retes, disse que os cursos dão dignidade, “resgatam” e empoderam as mulheres. “Além de obter renda, elas inspiram seus filhos, ganham independência e podem, muitas vezes, trabalhar em casa. Este acordo com o Ministério Público é muito importante para nos ajudar nesse trabalho”, disse.

O Sebrae já implantou o projeto “Força Mulher” em 98 cidades tocantinenses, atendendo em torno de 2 mil mulheres. (Texto: João Pedrini/MPTO)





FONTE

Tribuna do Tocantins

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