Na manhã desta quarta-feira, 31, a Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria Municipal de Ação Social e da Mulher (Sesmamu), realizou uma abordagem social na Arno 31 (303 Norte) para pessoas em situação de rua. Durante o trabalho, um idoso recebeu acolhimento e orientações da superintendente de Proteção Básica, Maria Cecília Marques, e do gerente de atendimento para Pessoas em Risco Social e Direitos Violados, Gadiel da Cruz Ramos.
O atendimento ao público em situação de rua incluiu abordagens psicossociais e informações sobre direitos para construção de projetos de vida fora das ruas. A superintendente de Proteção Básica destacou que o atendimento a essas pessoas é importante para assegurar o acesso aos serviços socioassistenciais. “O objetivo desse trabalho que integra a política voltada para pessoas em situação de rua, é promover a reinserção social com acolhimento e garantir que as necessidades imediatas sejam atendidas”, pontuou Maria Cecília Marques.
A superintendente de Proteção Social Especial, Marlucy Albuquerque explica que a Política Nacional para População em Situação de Rua é intersetorial com divisão de responsabilidades inerentes a várias políticas públicas, tais como: Saúde, Habitação, Direitos Humanos, Segurança Pública, Desenvolvimento Econômico, Mobilidade Urbana, tanto de cunho municipal e estadual quanto federal. “No âmbito das responsabilidades da Política de Assistência Social, o atendimento às pessoas em situação de rua na Capital acontece especialmente por meio do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e seus serviços especializados, em articulação com os sete Centros de Referência de Assistência Social (Cras), bem como a Gestão do Cadastro Único e o Plantão Social, setor responsável pela concessão de benefícios eventuais, tais como: passagens, cesta básica, Kit Natalidade, entre outros”, afirma a superintendente.
Acolhimento
Segundo o gerente de atendimento para Pessoas em Risco Social e Direitos Violados, o idoso atendido pela Prefeitura de Palmas, nesta sexta-feira,31, foi levado para a Casa de Passagem, um dos locais temporários de acolhimento disponibilizados pelo município.
Na Casa de Passagem são disponibilizadas atualmente até 25 vagas específicas para adultos do sexo masculino e famílias em situação de rua, além de 40 vagas distribuídas em duas unidades de acolhimento para crianças e adolescentes e 20 vagas na unidade de acolhimento para mulheres em situação de violência doméstica.
Segurança Alimentar
Paralelo ao acolhimento, outra linha de ação é a política de segurança alimentar e nutricional em que, diariamente, são ofertadas gratuitamente, mediante realização de cadastro simplificado, as refeições a população em situação de rua, por meio dos novos restaurantes comunitários nas regiões sul e norte, reinaugurados em junho de 2025.
Texto: France Santiago
Edição: Fernanda Sousa
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