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Brasileiro é preso na Indonésia com cocaína líquida escondida em itens pessoais


Imigrante foi detido pela polícia local, que identificou a presença da droga no interior de frascos de shampoo e enxaguante bucal, e deverá ser condenado à prisão perpétua ou pena de morte

Divulgação/Governo da IndonésiaCom traje laranja, brasileiro detido com cocaína líquida na Indonésia deverá ser condenado à morte ou a prisão perpétua

Um brasileiro cujo nome foi revelado como G.P.S. foi preso por policiais da Indonésia na última quarta-feira, 1º, após tentar entrar com 2 litros de cocaína líquida no país, segundo autoridades locais. Ao ser detido, o imigrante confessou que levava a droga junto com materiais de itens pessoais – dentro de potes de shampoo e enxaguantes bucais -, e agora deverá ser condenado à pena de morte ou à prisão. Em uma entrevista coletiva convocada pelo chefe da alfândega, Gatot Sugeng Wibowo, o servidor local explicou que ele foi pego durante uma ação de inspeção realizada em um grupo de brasileiros que desembarcaram no Aeroporto Internacional de Soekarno-Hatta. Por estar na forma líquida e em frascos de plástico, a polícia teve dificuldade de identificar a droga e o primeiro teste deu negativo. Seu comportamento durante a inspeção, considerado agressivo, foi fator determinante para que houvesse uma inspeção mais rigorosa. No segundo teste realizado, o resultado foi positivo para cocaína. “Sabe-se que o G.P.S. não tem emprego permanente. Ele disse que veio passar férias em Bali. Ele também confessou que lhe foi solicitado trazer a cocaína líquida por meio de uma rede de tráfico da América Latina e do Oriente Médio, grupo que ele iria procurar na chegada à Indonésia”, afirmou Gatot. De acordo com a polícia local, o brasileiro chegou no aeroporto às 7h30 da manhã junto de uma mochila, uma maleta e uma prancha de surfe. Em uma das bagagens estavam seis embalagens de itens de higiene pessoal, com 2.030 ml de um líquido cuja coloração era transparente. Por fim, o exame de detecção informou que, dentro dos objetos, encontravam-se narcóticos tipo 1, cocaína, e uma camada de glicerol químico, substância usada como agente aglutinante.





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Tribuna do Tocantins

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