Ideia seria levar serviços de assistência ao local do ‘fluxo’; projeto isenta de IPTU os moradores e comerciantes afetados pela Cracolândia
Depois de mais uma reunião do comitê que tenta resolver a questão da Cracolândia, em São Paulo, membros das gestões estadual e municipal descartaram a ideia de tentar mover o “fluxo” de dependentes químicos para outro local. Atualmente, os usuários de drogas estão concentrados na Rua dos Gusmões, no Centro da capital, nas proximidades da Avenida Rio Branco e da Rua Santa Ifigênia. Segundo integrantes do comitê, está sendo feita uma avaliação do local em que a Cracolândia está instalada. Eles afirmam que estão preparando um levantamento de imóveis não utilizados na região para tentar levar equipamentos de assistência.
A ideia seria similar ao plano inicial anunciado pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Quando falou sobre possível transferência dos dependentes químicos para o Complexo Prates, no Bom Retiro, Tarcísio disse que a intenção era aproximar os usuários de abrigos, AMAS e centros de convivência existentes no local. O plano agora, segundo os integrandes do comitê, é construir um “campo de assistência” onde os dependentes químicos já estão.
ISENÇÃO DE IPTU
Na semana que vem, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), pretende enviar um projeto que dá a isenção do IPTU a partir do ano que vem para moradores e comerciantes afetados pela Cracolândia. A ideia é usar o monitoramento diário do fluxo dos usuários de drogas, feito pela Prefeitura, para elencar as ruas que ficariam isentas do imposto. O benefício deve ser dado a quem está sendo prejudicado nos arredores. O projeto foi encomendado por Nunes ao secretário da Fazenda, Luis Felipe Vidal Arellano.
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