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Doze fuzis são apreendidos na Flórida em operação conjunta da PF com a polícia americana


Armamento seria trazido ao Brasil; operação visa desarticular associação criminosa responsável pelo tráfico internacional de armas de fogo e acessórios para o território brasileiro

Divulgação/Polícia Federal
Operação resultou na apreensão de fuzis nos Estados Unidos

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira, 20, a Operação Black Market no Rio de Janeiro e nos Estados Unidos, que resultou na apreensão de 12 fuzis, em Orlando, na Flórida. O objetivo da ação é desarticular uma associação criminosa responsável pelo tráfico internacional de armas de fogo e acessórios para o território brasileiro. De acordo com as investigações, pessoas se cadastraram como Caçador, Atirador ou Colecionador (CACs) nos EUA para a compra de acessórios de armas de fogo em larga escala para trazê-los ao Brasil. Agentes da PF realizaram mandados de busca e apreensão na capital fluminense e em Nova Iguaçu, que resultaram na apreensão de duas pistolas, sete carregadores e dezenas de munições. Um suspeito foi preso por posse ilegal de arma de fogo.

Ao mesmo tempo, após um pedido de cooperação jurídica internacional com a polícia dos Estados Unidos, a Agência de Investigações de Segurança Interna dos EUA (Homeland Security Investigations – HSI) apreendeu 12 fuzis em uma loja de armas em Orlando, na Flórida. O armamento seria trazido ao Brasil. Segundo a PF, o destino provável seriam comunidades do Rio de Janeiro dominadas por facções criminosas. A corporação informou que as investigações começaram após a apreensão de 475 carregadores de fuzis e pistolas em uma transportadora de Olaria, na zona norte da capital fluminense, em 2021. Além disso, as investigações apontam que outros integrantes do grupo movimentaram quase R$ 25 milhões em 5 anos. Os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico internacional de armas de fogo, comércio ilegal de armas de fogo, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Somadas, as penas ultrapassam os 40 anos de prisão.





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Tribuna do Tocantins

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