“Iniciamos o Ano Judiciário de 2026 convictos de que a Corregedoria-Geral da Justiça seguirá exercendo papel decisivo na construção de um Judiciário cada vez mais acessível, inclusivo, transparente, sustentável e eficiente. Nossa atuação permanecerá pautada pela resolutividade, pela legalidade, pela gestão responsável e pela promoção de direitos, sempre em consonância com os princípios que regem o Estado Democrático de Direito”, afirmou o corregedor-geral da Justiça do Tocantins durante a sessão solene de abertura do Ano Judiciário 2026, realizada na tarde desta segunda-feira (2/2), no Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO).
A cerimônia ocorreu no Pleno do Tribunal de Justiça e marcou simbolicamente o início das atividades jurisdicionais e administrativas da Justiça estadual no novo ano. Conduzido pela presidente do TJTO, desembargadora Maysa Vendramini Rosal, o evento reuniu magistrados, representantes dos Poderes Executivo e Legislativo, autoridades, instituições parceiras e servidores do Judiciário.
Durante seu pronunciamento, o corregedor destacou o balanço das ações desenvolvidas ao longo de 2025, período marcado por intenso trabalho técnico e institucional.
Realizamos visitas às comarcas, correições, inspeções, ações de cidadania e articulações interinstitucionais, sempre com o propósito de fortalecer a missão constitucional da Corregedoria de orientar, apoiar e fiscalizar a atividade judicial e extrajudicial em todo o Estado”, afirmou.
Na ocasião, foi apresentado o Relatório de Atividades da Corregedoria-Geral da Justiça referente ao ano de 2025. O documento reúne as principais iniciativas desenvolvidas no período e representa uma prestação de contas à sociedade e ao sistema de Justiça, evidenciando o compromisso com a transparência, a boa governança, a eficiência administrativa e a promoção da justiça.
A sessão solene marcou ainda um momento histórico para o Judiciário tocantinense, sendo a primeira realizada com a nova composição ampliada do Tribunal Pleno, que passou de 12 para 20 desembargadores e desembargadoras. A ampliação busca conferir maior celeridade aos julgamentos no segundo grau de jurisdição e atender à crescente demanda da sociedade tocantinense.