Para ter mais assertividade na classificação dos pacientes de urgência e emergência, os enfermeiros das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) das regiões norte e sul estão sendo capacitados sobre os protocolos e critérios norteadores que devem ser seguidos nos atendimentos para identificar casos mais graves. Nesta quinta-feira, 24, a Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), ministrou o primeiro curso do ano para estes profissionais de saúde no auditório do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
A capacitação é composta por aulas teóricas, seguidas de atividades práticas para melhor compreensão. O curso está sendo dividido por turmas para que todos os profissionais consigam realizá-lo. Para a diretora da Atenção Secundária da Semus, Noemia Sampaio, a padronização dos critérios de classificação de risco é importante para que, no momento da triagem, os enfermeiros tenham mais segurança para identificar pacientes em estados mais graves que necessitam de priorização no atendimento.
“Os protocolos são a referência, mas a classificação é competência dos enfermeiros, então a ideia da padronização não é engessar todos os pacientes, mas sim nortear os servidores. Então o que temos trabalhado também é na questão da humanização, ou seja, é o profissional ter empatia e conseguir entender as queixas que levaram a pessoa para a UPA naquele dia e garantir a segurança da vida dela”, esclarece a diretora.
O servidor Márcio Loureiro trabalha na UPA Sul há 16 anos e é um dos enfermeiros que atuam na classificação de risco da unidade. Ele destaca que trabalhar em áreas de urgência e emergência é desafiador e que requer experiência do profissional. “Ter uma capacitação como essa é fundamental para debater as dificuldades que nós temos no dia a dia e esclarecer os elementos que podem facilitar a classificação.”
Para a enfermeira Julia Ribeiro Cavalcante, que trabalha na UPA Sul há menos de um ano, o curso será bastante proveitoso. “A minha experiência prévia ajuda, mas as informações, os critérios e a padronização dos protocolos diminuem as chances de erros no manejo e avaliação dos pacientes, então vai contribuir muito”, pontua.
Texto: Gabriela Letrari
Edição: Iara Cruz
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