Segundo o Ministério Público, grupo liderado por Maxwell Simões, conhecido como Suel, era responsável por operar sistema de ‘gatonet’; o ex-bombeiro foi preso no último dia 24 após delação premiada de Élcio de Queiroz
A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) fazem uma ação conjunta contra um esquema de “gatonet” que seria operado pela milícia chefiada pelo ex-bombeiro Maxwell Simões, conhecido como Suel. A investigação foi aberta dentro do inquérito que apura o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes em março de 2018 no Rio de Janeiro. Maxwell foi preso no último dia 24 durante a Operação Élpis, a primeira desde que a PF assumiu a investigação da morte da vereadora. Ele já havia sido condenado a quatro anos de prisão por atrapalhar investigações criminais. A nova prisão foi feita com base na delação do ex-policial Élcio de Queiroz. A suspeita é de que Suel tenha participado da troca de placas do veículo usado no crime, além de ter providenciado o descarte das cápsulas e munições, bem como o desmanche do veículo.
A operação desta sexta foi deflagrada na manhã desta sexta-feira, 4, e contou com o auxílio do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ) e da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ). Ao todo, foram expedidos e cumpridos sete mandados de busca e apreensão contra o esquema.
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