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Novo ciclone deve atingir o Rio Grande do Sul; autoridades continuam buscas por desaparecidos


Segundo a Metsul Meteorologia, precipitação prevista para o Estado pode causar novas cheias e transbordamentos em rios já afetados

Mauricio Tonetto/Governo do Rio Grande do Sul
Passagem recente de ciclone provocou destruição em cidades do Norte do Rio Grande do Sul

Depois de uma semana de fortes chuvas, o Rio Grande do Sul começa a planejar sua reconstrução. Ao todo, 46 pessoas morreram e outras 46 seguem desaparecidas. Além disso 4 mil estão desabrigadas em decorrência das chuvas. A expectativa da população era de que os próximos dias permitissem a continuidade das buscas e tivessem melhora no tempo. No entanto, um alerta do Metsul Meteorologia mostra que o Estado terá uma semana com previsão de chuvas intensas e um novo ciclone se formando. Segundo a previsão, a segunda-feira, 11, será de calor, mas, no fim do dia, uma frente fria alcançará o oeste e o sul do Estado, formando uma tempestade com raios, chuvas fortes e granizo. Na terça, o Rio Grande do Sul terá chuvas intensas, sendo que, na quarta-feira, 13, a área de baixa pressão se aprofunda e avança pelo Estado, levando a chuvas fortes em diversas regiões. “O risco de temporais isolados com granizo e rajadas de vento forte será elevado”, informou em comunicado o Metsul.

Na quinta-feira, 14, o centro de baixa pressão se deslocará para o Oceano Atlântico, se transformando em um ciclone extratropical e impulsionando uma frente fria com chuva e temporais isolados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e partes do Centro-Oeste e Sudeste do país. “Este ciclone mais perto da costa do Sul do Brasil, cujo posicionamento os modelos discrepam ainda em suas projeções, impulsionará ar mais frio de trajetória continental para o Sul e o Centro-Oeste do Brasil com queda acentuada da temperatura a partir de um centro de alta pressão continental no Norte da Argentina”, diz o Metsul. Segundo o Metsul, esse será o terceiro evento de chuva extrema em setembro. De acordo com o órgão, o volume de chuva previsto para o Rio Grande do Sul é suficiente para causar alagamentos em áreas urbanas e rurais, afetando, inclusive, rios que já estão cheio, como o Quaraí, Ibirapuitã, Jaguarão, Piratini e Camaquã, no Oeste e no Sul, e Ibicuí e Jacuí, no Centro.

*Com informações do Estadão Conteúdo









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Tribuna do Tocantins

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