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Número de mortos durante operação da Polícia Militar no litoral paulista chega a 16


Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, as mortes foram causados por confrontos com as forças de segurança que atuavam contra o tráfico de drogas e o crime organizado na região

WILLIAN MOREIRA / FUTURA PRESS / ESTADÃO CONTEÚDO
Com a operaçao, 58 suspeitos foram presos e 400 kg de drogas e 18 armas foram apreendidas

Dezesseis suspeitos morreram durante a Operação Escudo, realizada pela Polícia Militar, realizada na Baixada Santista, no litoral de São Paulo. Até terça-feira, 1º, o número confirmado era de 13 pessoas. A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo informou nesta quarta-feira, 2, que as mortes foram causados por confrontos com as forças de segurança. O órgão também pontuou que a atuação dos agentes ocorreu ‘em absoluta observância à legislação vigente’. O principal objetivo da ação era sufocar o tráfico de drogas e desarticular o crime organizado na região. As ações na região começaram na última sexta-feira, 28, após o assassinato de um soldado da Rota, grupo de elite da Polícia Militar de São Paulo. As vítimas teriam entrado em confronto com os agentes de segurança durante a operação. Além das mortes, a SSP informou que 58 suspeitos foram presos e que 400 kg de drogas e 18 armas foram apreendidas.

Em nota, a SSP ainda informou que dois agentes foram atacadas a tiros na terça-feira, 1º, o que reforçaria a necessidade de patrulhamento ostensivo e da continuidade da operação. “Dezesseis suspeitos morreram ao entrarem em confronto com as forças de segurança desde o início da operação. Todas as ocorrências com morte durante a operação resultaram da ação dos criminosos que optam pelo confronto, colocando em risco tanto vítimas quanto os participantes da ação. Por determinação da própria SSP, todos os casos desse tipo são minuciosamente investigados pela Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC) de Santos e pela Polícia Militar, por meio de Inquérito Policial Militar (IPM). As imagens das câmeras corporais serão anexadas aos inquéritos em curso e estão disponíveis para consulta irrestrita pelo Ministério Público, Poder Judiciário e a Corregedoria da PM”, informou o órgão em nota. A Secretaria de Segurança Pública também reforçou que ‘o Estado de São Paulo não terá nenhuma região dominada pela criminalidade’.





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Tribuna do Tocantins

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