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O que é a vacina bivalente contra a Covid-19 e quem pode tomar


Nova etapa da vacinação contra o coronavírus começou nesta segunda-feira, 27, em todo o território nacional

Tomaz Silva/Agência BrasilVacina bivalente contra a Covid-19 começou a ser aplicada no Brasil

A vacina bivalente contra a Covid-19 começou a ser aplicada em todo o Brasil nesta segunda-feira, 27. O imunizante que será aplicado é a vacina bivalente da Pfizer. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde. Cada município terá a responsabilidade de elaborar o seu próprio cronograma de vacinação. As vacinas bivalentes recebem este nome pois foram atualizadas para proteger não só da cepa original do vpirus, como as monovalentes, mas das subvariantes da Ômicron, responsáveis pela maioria dos casos atualmente: a BA.1 e a BA.4/BA.5. Em resumo, os medicamentos passaram pelo mesmo processo de produção e além de conter a cepa original, levam outros ingredientes modificados para combater a Ômicron. O imunizantes será aplicado, inicialmente, nos chamados grupos de risco. O Ministério da Saúde dividiu os grupos prioritários em cinco fases. Na fase 1, o público-alvo serão pessoas acima dos 70 anos; ; pacientes imunossuprimidos a partir de 12 anos; pessoas vivendo em ILPs (instituições de longa permanência) e comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas. A etapa foi iniciada nesta segunda-feira.

A segunda fase será iniciada no dia 6 de março. O foco será pessoas com idade entre 60 e 69 anos. Na terceira fase, o foco da imunização serão as gestantes e puérperas, com início previsto para o dia 20 de março. A quarta etapa começa no dia 17 de abril e será direcionada para profissionais da saúde. Por fim, a quinta e última etapa tem como foco pacientes com deficiência permanente a partir de 12 anos, pessoas privadas de liberdade e adolescentes que cumprem medidas socioeducativas. Quem estiver em um dos grupos prioritários precisam ter recebido pelo menos duas doses da vacina monovalente. A vacina bivalente será aplicada em quem tomou a última dose há mais de 4 meses. Duas vacinas bivalentes da Pfizer receberam autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso emergencial. Os imunizantes são indicados como dose única de reforço para crianças e adultos, dois meses após a conclusão do esquema vacinal. Para quem não faz parte do grupo de risco, as vacinas monovalentes são indicadas e são consideradas altamente eficazes contra a Covid-19.

 





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Tribuna do Tocantins

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