Ex-chefe da estatal deixou o cargo em junho de 2022 após a repercussão das denúncias feitas por um grupo de funcionárias do banco
A Justiça Federal do Distrito Federal aceitou a denúncia feita pelo Ministério Público Federal (MPF) e transformou Pedro Guimarães, ex-presidente da Caixa Econômica Federal, em réu por assédio sexual e importunação sexual. As vítimas são um grupo de funcionárias da Caixa que teriam sido importunada e assediadas enquanto Guimarães ainda estava no comando da estatal. Em nota, o advogado de defesa de Guimarães nega a “prática de qualquer crime e tem certeza que durante a instrução a verdade virá à tona, com a sua absolvição”. Guimarães se demitiu do cargo no dia 29 de junho de 2022 e, na ocasião, negou que tinha cometido os atos dos quais foi acusado, alegando que deixou o comando da estatal para evitar que a empresa e o governo sejam alvos de rancor em ano eleitoral. Um dia antes de sua renúncia, o Metrópoles reuniu relatos de cinco funcionárias da Caixa que seriam supostas vítimas de Guimarães, com gravações que revelavam detalhes do caso.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Dezesseis anos, sete meses e quinze dias de prisão é a pena aplicada ao réu…
O Encontro do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça e Tribunais Militares do Brasil…
A Corregedoria-Geral da Justiça do Tocantins (CGJUS) realizou, nesta quinta-feira (13/08), a solenidade de abertura…
Criada pela Resolução nº 19/2026, de julho deste ano, que estabeleceu mais três Varas Regionais…
Os 69 anos da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet) foram celebrados em sessão…
Não haverá expediente forense nesta sexta-feira (14/8) na Comarca de Araguacema em razão do ponto…