A atuação do Ministério Público do Tocantins (MPTO) em sessão do Tribunal do Júri na comarca de Porto Nacional resultou na condenação de Ivam de Sousa Marques a 16 anos de prisão pelo assassinato de Cláudio Roberto Pinto Xavier, no distrito de Luzimangues, em 2015. O julgamento aconteceu nesta segunda-feira, 24.
Além de confirmar a autoria, os jurados reconheceram quatro qualificadoras: prática de homicídio mediante promessa de recompensa, motivo torpe, com emboscada e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, todas apresentadas pelo promotor de Justiça Breno Simonassi, integrante do Núcleo do Tribunal do Júri (MPNujuri).
Conforme a denúncia do MPTO, a vítima estava indo para o trabalho de moto quando foi abordada por dois homens, que iniciaram uma perseguição contra ele. Em certo momento, os agressores começaram a atirar e Cláudio Roberto desceu da motocicleta para fugir. Ivam o perseguiu e o alcançou, efetuando três disparos fatais. Ele foi levado para o hospital, mas morreu no caminho.
Crime encomendado
O crime teria sido encomendado pela esposa da vítima, Ismaurina Alves Rodrigues, condenada em 2022 a 14 anos e seis meses de prisão. Na época com 40 anos, ela teria oferecido uma chácara e a quantia de R$11 mil para que Ivam e outro homem executassem seu marido, visando se apropriar dos bens do cônjuge durante o processo de separação.
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