Irregularidades na segurança contra incêndio no Hospital e Maternidade Dona Regina (HMDR) motivaram o Ministério Público do Tocantins (MPTO), por meio da 23ª Promotoria de Justiça da Capital, que atua na defesa da ordem urbanística, a reunir representantes do hospital, da Secretaria Estadual de Saúde e do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Saúde (CaoSaúde), nesta terça-feira, 24, para debater o problema.
Um relatório de fiscalização do Corpo de Bombeiros Militar apontou falhas graves na estrutura de prevenção e combate a incêndios da unidade hospitalar, como hidrantes insuficientes, placas de rota de fuga deficientes e até uma bomba de incêndio que não funciona.
A reunião, conduzida pela promotora de Justiça Kátia Chaves Gallieta revelou que, apesar de um projeto de prevenção e combate a incêndios ter sido aprovado em 2002, ele nunca saiu do papel por dificuldades logísticas e financeiras.Os recursos foram devolvidos por falta de uso e as falhas persistem até hoje, deixando o hospital vulnerável.
Ações propostas
Durante o encontro, foi proposto um plano de ações imediatas para corrigir parte das irregularidades, sem a necessidade de deslocamento dos pacientes. Uma nova reunião ficou agendada para 17 de outubro de 2024, com a finalidade de ajustar o projeto de segurança e garantir que a unidade hospitalar esteja alinhada às normas de segurança contra incêndios.
O coordenador do CaoSaúde, promotor de Justiça Thiago Ribeiro Franco Vilela, também participou da reunião e, junto com a Promotora Kátia Chaves Gallieta, realizou uma inspeção no hospital logo após o encontro, verificando de perto os problemas apontados.
(Texto: Daianne Fernandes – Ascom MPTO)
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