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A atuação do Ministério Público do Tocantins (MPTO) tem sido fundamental para a redução expressiva de crimes contra a vida em Araguaína, refletindo em um cenário de mais segurança para a população. Os resultados e as ações do MPTO demonstram, por meio de dados, a efetividade da instituição e das forças de segurança.

Redução de crimes dolosos contra a vida

• Queda no quantitativo de crimes contra a vida: em 2018, Araguaína registrou 124 ocorrências de homicídios consumados e tentados, latrocínios, feminicídios e lesões corporais seguidas de morte. Em 2023, esse número caiu para 69, uma redução de aproximadamente 50%.

• Casos em 2024: até outubro deste ano, foram registrados 52 casos, mantendo-se a tendência de diminuição.

Perfil dos crimes (2018-2024)

• No período, foram registrados 654 crimes contra a vida.

• 87% homicídios consumados.

• 3% latrocínios.

• 2% feminicídios.

Os dados foram compilados pelo MPTO, em colaboração com a 2ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa, o 2º Batalhão da Polícia Militar e outras entidades, como forma de entendimento do contexto de violência letal no município e de apoio ao planejamento de políticas de segurança.

Motivos predominantes dos crimes

• Rivalidade entre facções: é o principal motivo das mortes violentas em Araguaína, com 71 óbitos devido a disputas territoriais entre facções criminosas.

• Vingança privada: com 32 casos registrados, representa o segundo motivo mais frequente de violência letal na cidade.

Papel do Ministério Público na Segurança Pública

De acordo com o promotor Daniel José de Oliveira Almeida, da 4ª Promotoria de Justiça de Araguaína, o Ministério Público é essencial na defesa da ordem pública e da segurança. “O MPTO atua para garantir o direito fundamental à vida e aperfeiçoar a persecução penal, monitorando a eficácia das forças policiais no combate aos crimes hediondos”, afirma o promotor.

Resultados positivos para Araguaína

A redução dos crimes contra a vida em Araguaína reflete o empenho do MPTO e das forças de segurança em garantir um ambiente mais seguro para a sociedade. A cooperação entre o Ministério Público e as polícias Civil e Militar resulta em políticas e ações eficazes que visam não só a repressão, mas também a prevenção desses crimes.

Texto: Redação / Ascom MPTO





FONTE

Tribuna do Tocantins

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