A violência contra a mulher não escolhe idade, cor, raça, religião ou classe social. Muitas vezes as situações de violência são tão sutis que passam despercebidas no dia a dia. Por isso massificar a informação sobre os tipos de violência é tão importante. É o que busca o projeto Anjos da Guarda desenvolvido pelo Ministério Público do Tocantins, por meio do Núcleo Maria da Penhas (NMP).
Nesta terça-feira, 28, o projeto reuniu 300 estudantes da escola municipal Luiz Gonzaga, em Palmas, para apresentar os dispositivos de proteção à mulher, abordados pela Lei n. 11.340 (Lei Maria da Penha), mas principalmente ouvir e tirar dúvidas dos adolescentes, ensinando-os a identificar e a agir caso vivam ou presenciem alguma situação de violência doméstica.
A Promotora de Justiça Renata Rampanelli também falou sobre feminicídio e explicou que a violência doméstica funciona como um sistema circular, uma sequência de situações abusivas que pode terminar no feminicídio da vítima.
A equipe técnica do Núcleo, composta pelas técnicas Leila Maria Lopes da Silva e Bruna Raquel, também falaram dos tipos de violência doméstica e convidaram a todos para que sejam os guardiões do lar, da vizinha, dos amigos. Além do bate-papo, palestras e vídeos informativos, os estudantes receberam a cartilha “Desconstruindo o Mito de Amélia”, projeto desenvolvido pelo Ministério Público com foco na recuperação do agressor.
Texto por Daianne Fernandes – Ascom/MPTO
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