A violência contra a mulher não escolhe idade, cor, raça, religião ou classe social. Muitas vezes as situações de violência são tão sutis que passam despercebidas no dia a dia. Por isso massificar a informação sobre os tipos de violência é tão importante. É o que busca o projeto Anjos da Guarda desenvolvido pelo Ministério Público do Tocantins, por meio do Núcleo Maria da Penhas (NMP).
Nesta terça-feira, 28, o projeto reuniu 300 estudantes da escola municipal Luiz Gonzaga, em Palmas, para apresentar os dispositivos de proteção à mulher, abordados pela Lei n. 11.340 (Lei Maria da Penha), mas principalmente ouvir e tirar dúvidas dos adolescentes, ensinando-os a identificar e a agir caso vivam ou presenciem alguma situação de violência doméstica.
A Promotora de Justiça Renata Rampanelli também falou sobre feminicídio e explicou que a violência doméstica funciona como um sistema circular, uma sequência de situações abusivas que pode terminar no feminicídio da vítima.
A equipe técnica do Núcleo, composta pelas técnicas Leila Maria Lopes da Silva e Bruna Raquel, também falaram dos tipos de violência doméstica e convidaram a todos para que sejam os guardiões do lar, da vizinha, dos amigos. Além do bate-papo, palestras e vídeos informativos, os estudantes receberam a cartilha “Desconstruindo o Mito de Amélia”, projeto desenvolvido pelo Ministério Público com foco na recuperação do agressor.
Texto por Daianne Fernandes – Ascom/MPTO
O Congresso Nacional instalou nesta quarta-feira (12) cinco comissões mistas para analisar medidas provisórias. A…
O crescimento do agronegócio no Estado tem mostrado que produzir no campo exige cada vez…
O advogado Marcos Antonio de Sousa, de 56 anos, assumiu o cargo de desembargador do…
O agronegócio está entre os principais motores da economia do Tocantins e, cada vez mais,…
Consolidado como um dos principais espaços de discussão sobre a política fundiária no Estado, o…
O município de Paraíso do Tocantins recebe, nesta sexta-feira, 14 , o evento Elas no…