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No Ministério Público do Tocantins (MPTO), a proteção às vítimas de violência não se restringe ao atendimento jurídico. Por meio de parcerias, o Núcleo de Atendimento à Vítimas de Crimes e Atos Infracionais Violentos (Navit) oferece também atendimento psicológico e social às pessoas que buscam o programa.  

Nesta sexta-feira, 1º, a coordenadora do Navit, promotora de Justiça Isabelle Figueiredo, conheceu a estrutura do curso de odontologia do Centro Universitário Luterano de Palmas (Ceulp/Ulbra), buscando ampliar a rede de atendimento oferecido em parceria com a instituição. 

O objetivo é incluir serviços ou consultorias nas áreas de odontologia, fisioterapia, estética, nutrição, enfermagem,  biomedicina, administração, entre outros. “O maior objetivo do Navit é acolher a vítima e reconquistar a sua dignidade, amparando-a na recuperação do seu aspecto psicológico, social e mesmo físico.”, destacou Isabelle.

A promotora de Justiça foi recebida  pela coordenadora do curso de Odontologia e responsável pelo grupo de cursos da área da saúde, Tássia Borges, que falou da relevância social desta parceria também  para  alunos e professores.

Atualmente, a Ulbra possui parceria com o Navit para atendimento jurídico e de psicologia. Com a ampliação dos serviços, as vítimas poderão ter acesso a tratamentos odontológicos, estéticos, de fisioterapia, laboratório de exames, radiologia e apoio nutricional, entre outros. 

Parcerias
Em Palmas, além da Ulbra, o Navit possui parcerias com o Centro Universitário Católica do Tocantins (UniCatólica), Sociedade de Ensino Serra do Carmo, Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) e Universidade Federal do Tocantins (UFT). 

Em dezembro de 2023, a promotora de Justiça também esteve reunida com representantes de instituições de ensino superior de Araguaína  para firmar parceria visando a implantação do  Navit na cidade. 

Navit

O Navit foi instituído pelo MPTO em fevereiro de 2022, com a finalidade de proteger, amparar, acolher e oferecer assistência Social, Jurídica e psicológica às vítimas de crimes e atos infracionais violentos.

O núcleo é responsável por atender pessoas que sofreram crimes violentos, domésticos, sexuais, patrimoniais ou relacionados a abuso policial, sendo elas vítimas diretas (aquelas que sofreram lesão direta causada pela ação ou omissão do agente) e vítimas indiretas (pessoas que possuam relação de afeto ou parentesco com a vítima direta, até o terceiro grau).

(Texto: Daianne Fernandes – Ascom MPTO)





FONTE

Tribuna do Tocantins

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