Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), entre janeiro e fevereiro, foram registrados 956 e 1.966 furtos pelo 1º DP, que inclui a região da Sé
O cenário já deteriorado da Praça da Sé, no centro de São Paulo, ganhou mais um símbolo nesta semana. A Prefeitura decidiu colocar cercas móveis, especialmente nos perímetros dos gramados e lagos, com o objetivo de tentar impedir que pessoas em situação de rua e usuários de droga utilizem os espaços. Segundo a subprefeitura da Sé, a ação faz parte do processo de zeladoria do local em meio à deterioração do local. Marco histórico da capital que reúne símbolos como a Catedral da Sé e o Tribunal de Justiça de São Paulo, a praça é apontada há anos como um dos pontos de maior insegurança da cidade. EM meio ao cenário de roubos e drogas, a prefeitura realiza um trabalho ostensivo de segurança no local, o que gera cenas de violência e depredação contra a presença de ações policias. Nessa guerra, quem acaba perdendo é a sociedade. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), entre janeiro e fevereiro, foram registrados 956 e 1.966 furtos pelo 1º DP, no qual a Sé está inclusa.
*Com informações do repórter João Vitor Rocha
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