Projeto do deputado estadual Átila Jacomussi (Solidariedade) tem vigência imediata; caberá ao governo paulista elaborar o decreto que vai definir sanções e aplicação
O texto da nova legislação ainda prevê que os estabelecimentos fixem cartazes ou avisos visíveis nos cardápios informando a disponibilidade de água gratuita e potável. Os que descumprirem a legislação, sofreram sanções a serem definidas pelo decreto de regulamentação. A seccional paulista da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-SP) vai entrar com ação na Justiça, pois entende a iniciativa como inconstitucional. “Vamos propor ação judicial, pois a lei é inconstitucional. A intervenção do estado na iniciativa privada só deve acontecer em casos muito excepcionais”, disse o advogado Percival Maricato, diretor institucional da Abrasel-SP. Ele ainda afirma que se trata de uma injustiça, pois os estabelecimentos tem um custo. “É uma intervenção indevida na gestão das empresas”, pontua.
Na capital, uma lei municipal sancionada em 2020 pelo então prefeito Bruno Covas (PSDB) e regulamentada em 2021 já obrigava o oferecimento de água potável pelos estabelecimentos. O descumprimento podia acarretar uma multa de até R$ 8 mil na época.
Prefeitura amplia serviço de roçagem na região norte de Palmas Trabalhos desta quinta-feira, 22, contemplaram…
Prefeitura de Palmas realiza vistorias nos veículos do transporte escolar para volta às aulas Inspeção…
Prefeitura de Palmas lança novo site com foco em serviços, transparência e facilidade de acesso…
Palmas se consolida como polo administrativo e de eventos no TO, aponta levantamento do Catur…
O Sistema de Processo Eletrônico (eproc) do Tribunal de Justiça do Tocantins passará por uma…
Prefeitura de Palmas supera rentabilidade da meta atuarial e encerra 2025 com crescimento expressivo Instituto…