O Sindicato dos Metroviários e Metroviárias de São Paulo decidiu cruzar os braços no próximo dia 13 de junho. Com a paralisação, a categoria reivindica a abertura de concurso público para a contratação de novos quadros, cota extra no vale-alimentação de Natal e a participação nos lucros ou resultados (PLR) da estatal. Durante todo o dia, a classe entrou em sistema de votação e decidiu fazer nova greve. Na véspera, 12, os metroviários vão se reunir para decidir como será procedida a interrupção dos trabalhos. Entre as alternativas, aventa-se a possibilidade de o metrô funcionar sem o passageiro pagar a tarifa. “Nós formalizamos a nossa disposição de liberar a catraca, se o governador [Tarcísio de Freitas] quiser evitar que o metrô pare. Ele pode autorizar e a gente mostra que tem disposição e organização para proceder desta forma”, expõe a presidente do sindicato, Camila Lisboa. Em março deste ano, os metroviários já realizaram uma greve que durou dois dias. Eles voltaram a trabalhar depois do avanço da negociação com o governo do Estado.
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