Ex-ministro e ex-secretário de Segurança presta depoimento à CPI da Câmara Estadual do Distrito Federal
Em depoimento a mais uma comissão parlamentar nesta quinta-feira, 10, o ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal Anderson Torres defendeu o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques, preso por suposta interferência nas eleições de 2022. “Eles (a PRF) trabalharam dia e noite sem parar, sem folga, para tentar desobstruir (rodovias). Foram milhares de pontos de bloqueio. Os governadores não se envolveram muito em ajudar. Foi uma coisa realmente muito difícil”, disse Torres à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos da Câmara Legislativa do Distrito Federal. O ex-ministro repetiu a estratégia usada no começo da semana em fala à CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do 8 de Janeiro, do Congresso Nacional, e negou qualquer envolvimento com as ações policiais nas estradas. “Eu não tinha interferência no planejamento interno da PRF e muito menos da PF”, disse nesta quinta. “Agiram confirme o planejamento delas. Isso não é atribuição do Ministério da Justiça”, insistiu, quando questionado pelo presidente do colegiado do DF, deputado Chico Vigilante (PT-DF).
A Polícia Federal investiga, no entanto, reuniões nas quais Anderson Torres, Silvinei Vasques e Márcio Nunes, ex-diretor-geral da PF, teriam discutido um esquema de segurança conjunto para o segundo turno da eleição. A suspeita é de que as ações rodoviárias tenham sido orientadas para atrasar a chegada de eleitores a locais de votação em cidades com maioria de apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Silvinei foi preso nesta quarta-feira e presta depoimento nesta quinta à PF, em Brasília.
* Com informações do Estadão Conteúdo
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