Ataque em Sloviansk ocorre no momento em que a Rússia diz ter avançado um pouco mais nas periferias norte e sul de Bakhmut
Ao menos onze pessoas morreram após um bombardeio russo, ocorrido nesta sexta-feira, 14, contra um prédio residencial na cidade de Sloviansk, no leste da Ucrânia, conforme novo balanço divulgado pelas autoridades locais. “O número de vítimas do bombardeio aumentou para 11”, disse a porta-voz do serviço de emergência ucraniano para a região leste de Donetsk, Veronika Bajal, em entrevista à televisão. Entre os mortos está um menino de dois anos retirado com vida dos escombros. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois, na ambulância, informou Daria Zarivna, conselheira do presidente Volodymyr Zelensky. O município fica na parte da região de Donetsk sob controle ucraniano, 45 km a noroeste de Bakhmut, perto da zona ocupada pela Rússia.
O bombardeio aconteceu na sexta-feira, mesmo dia em que o presidente russo, Vladimir Putin, assinou um projeto de lei que facilitará o ingresso de jovens no Exército. Segundo a Ucrânia, a cidade foi atacada por sete mísseis que danificaram cinco prédios, cinco casas, uma escola e um prédio administrativo. Zelensky acusou a Rússia de “bombardear brutalmente” edifícios residenciais. A Procuradoria de Donetsk anunciou a abertura de uma investigação no âmbito de um processo por violação das leis e usos da guerra deflagrada há mais de 13 meses, com a invasão russa da Ucrânia. “De acordo com informações preliminares, os ocupantes [russos] usaram um sistema de mísseis antiaéreos S-300 contra a população civil”, afirmou.
O bombardeio deste prédio em Sloviansk ocorre no momento em que a Rússia diz ter avançado um pouco mais nas periferias norte e sul de Bakhmut, no leste da Ucrânia, o epicentro da batalha mais longa desde o início da invasão russa. “As unidades de assalto (do grupo) Wagner avançaram com sucesso, capturando dois blocos na periferia norte e sul da cidade”, disse o Ministério russo da Defesa no Telegram, relatando “combates mais intensos” na linha de frente. O grupo paramilitar Wagner está na primeira linha de batalha, apoiado por artilharia do Exército e por paraquedistas.
*Com informações da AFP
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