Realizada na tarde desta terça-feira (10/10), a roda de conversa online sobre gênero, feminismo e sexualidade foi conduzida por Cristina Vasconcelos, psicóloga e sexóloga, que abriu o debate com uma dinâmica entre as inscritas, dividindo-as em grupos que tinham como objetivo discutir sobre as temáticas de gênero/sexualidade, equidade de gênero, patriarcado, machismo e misoginia/feminicídio.
As discussões foram bastante interativas, mobilizando todas as mulheres presentes, cada participante pôde se posicionar e apresentar sua percepção acerca dos temas. Cristina fez algumas provocações acerca do ambiente de trabalho. “Como podemos notar as estruturas de opressão no cotidiano? Quais desses comportamentos reproduzo no meu dia a dia? São questões que podem direcionar para o quanto está disposta a desconstruir os próprios preconceitos”, questionou.
Para a inscrita, a bibliotecária Cynthia Aires, o bate-papo foi uma rara oportunidade de troca entre as servidoras do quadro do Tribunal de Justiça que vem crescendo muito. Para ela, o que mais lhe acrescentou foi a necessidade que sentia em ter mais conhecimento teórico sobre o feminismo.
“A gente fica muito no disse me disse, no que se fala por aí, no senso comum, e não sabe o que é realmente o feminismo e o que o feminismo busca”, ponderou sobre a importância desse tipo de encontro.
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