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Após polêmicas, Tarcísio e Feder reúnem professores, diretores e membros do Ministério Público em SP


Governo tem precisado recuar de decisões na Educação, como a de abandonar uso de livros didáticos de plano nacional

Gilberto Marques/EducaçãoSP
Gestores de escolas também foram chamados para reunião

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o secretário estadual de Educação, Renato Feder, preparam para esta terça-feira, 22, um encontro entre autoridades, especialistas e entidades ligadas ao setor no Palácio dos Bandeirantes. A lista tem 28 convidados, com nomes como o do Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público de São Paulo, Mário Sarrubo; o do promotor de Justiça João Faustinoni; o de Priscila Cruz, presidente do ‘Todos pela Educação‘, o do Presidente do Conselho Estadual de Educação, Roque Teofilo, além de diretores e professores de escolas estaduais. O objetivo é debater as polêmicas recentes sobre ações do governo do Estado na Educação. Recentemente, o Palácio dos Bandeirantes sofreu derrotas na área e precisou, por exemplo, recuar da decisão de abandonar o Programa Nacional de Livros Didáticos (PNLD) por determinação da Justiça. O MPSP também investiga Feder por conflito de interesse em contratos da gestão estadual.

ESCOLAS CÍVICO MILITARES

Ainda na área da Educação, o governador Tarcísio de Freitas planeja enviar, nas próximas semanas, um projeto de lei sobre as escolas cívico-militares à Alesp. A expectativa, de acordo com aliados da gestão, é de que o texto seja um projeto de lei regulatório, e não em caráter de programa de expansão – mas os detalhes ainda estão sendo definidos. Tarcísio prometeu, em julho, a criação de um programa próprio para essas escolas, além de ampliar o número de unidades no Estado – logo depois de o governo federal encerrar o programa nacional. “Fui aluno de colégio militar e sei da importância de um ensino de qualidade e como é preciso que a escola transmita valores corretos para os nossos jovens. O governo vai editar um decreto para regular o seu próprio programa de escolas cívico-militares e ampliar unidades de ensino com este formato em todo o Estado”, afirmou o governador na época.





FONTE

Tribuna do Tocantins

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