Na última segunda feira, 13, por volta das 12:00 horas, uma criança de apenas 12 anos de idade, moradora da cidade de Abreulândia, foi espancada com uma mangueira de botijão de gás por seu companheiro. Segundo relatos de testemunhas a menina foi agredida porque quebrou a tela do celular do agressor, um homem de 39 anos.
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Acionada a Polícia Militar, diante das informações de uma possível agressão contra mulher, a equipe policial deslocou até o local e se deparou com um homem que saía da residência. Ao ser abordado o indivíduo relatou que se tratava de uma briga comum de casal. Foi solicitada, assim, a presença de sua companheira que, ao sair da residência, eram visíveis as várias lesões, nas pernas, braços e olhos.
Testemunhas relataram aos Policiais que a vítima vinha sofrendo abusos desde os 5 anos de idade, quando era violentada pelo próprio irmão. Aos 10 anos, a vítima saiu de casa em busca de ajuda e acabou indo morar com o atual agressor.
Diante destas informações a guarnição deu voz de prisão ao agressor em flagrante delito, por por crime de Lesão Corporal dolosa, devido a gravidade das agressões e também pela Lei Maria da Penha. Devido aos relatos de abuso sexual, o autor poderá responder por Estupro de Vulnerável, após a conclusão dos exames de corpo delito.
A vítima foi encaminhada para o Instituto Médico Legal (IML) de Paraíso do Tocantins, estando atualmente sob a guarda do Conselho Tutelar da cidade de Abreulândia.
Leitores, o caso é ainda mais chocante quando se descobre que uma vítima já havia sofrido abusos desde os 5 anos de idade, cometidos pelo próprio irmão. Aos 10 anos, ela decidiu sair de casa e acabou encontrando amparo no agressor que se tornou seu marido.
É importante ressaltar a gravidade desses tipos de crime e a necessidade de denunciar situações de violência contra menores e mulheres. É necessário que a sociedade esteja atenta e apoiada para as vítimas, que muitas vezes se encontram em situações de vulnerabilidade. As autoridades também devem atuar com rigor para que os agressores sejam punidos e para que as vítimas possam ter o apoio necessário para se recuperarem desses traumas.
A situação é extremamente grave e a polícia acompanha o caso para garantir a segurança e proteção da vítima. A violência contra crianças e mulheres é inaceitável e deve ser combatida com todo o rigor da lei.
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