Inteligência artificial contribuiu para a melhora da resolução do conteúdo divulgado pela primeira vez em 2019
Os astrônomos disponibilizaram nesta quinta-feira, 13, por meio da Astrophysical Journal Letters, uma imagem aprimorada do buraco negro. O conteúdo, divulgado pela primeira vez há quatro anos e que está no centro da galáxia gigante M87, que fica a 55 milhões de anos-luz de distância na constelação Virgo, deu visibilidade aquilo que até então todo só imaginavam como seria. A imagem aprimorada só foi possível graças ao auxílio da inteligência artificial. Um grupo, liderado por Lia Medeiros, do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, reprocessou os dados originais do registro e produziu uma versão melhorada. Segundo os astrônomos, a nova imagem vai possibilitar que a ciência avalie o quão bem o buraco negro se encaixa na teoria geral de relatividade de Einstein. Na imagem melhorada já foi possível perceber que a radiação visível da matéria que cai no buraco é mais fina do que no e a mancha parece mais negra e maior, reforçando a ideia de existência de um buraco negro. Os astrônomos estão tentando obter uma melhor estimativa da descoberta, mas ainda não deram mais detalhes sobre o assunto. Existe possibilidade desta imagem melhorada se juntar a de 2019 na coleção de fotografias no Museu de Arte Moderna de Nova York.
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