Até o momento, nações utilizavam o dólar como referência para as transações; novo modelo prevê que o pagamento seja realizado na moeda de um país e convertido para dinheiro utilizado no outro
O Banco Central firmou um acordo com o governo chinês para que as transações comerciais entre os países sejam realizadas em moeda local e, posteriormente, convertidas para o dinheiro utilizado na nação de destino de forma simplificada. Dessa forma, as operações podem ser pagas na moeda chinesa yuan e recebidas em reais, e vice-versa. O memorando de entendimentos assinado pelos países busca tornar as trocas comerciais mais rápidas e menos custosas. O documento aponta que o Banco Popular da China (PBC), equivalente ao Banco Central no país, poderá escolher uma instituição para atuar na operação de câmbio como uma “offshore clearing bank no Brasil”.
Entre os benefícios que serão proporcionados pelo acordo, segundo o BC, estão aumento da liquidez da moeda chinesa, manutenção de reservas cambiais em moeda forte no país, redução de intermediários nos pagamentos internacionais e aumento da eficiência operacional nas transações entre os país. Com a novidade, as operações entre China e Brasil não irão precisar mais usar o dólar como moeda de referência. Ainda não há previsão para quando o instrumento de conversão será disponibilizado para as empresas do país. Há mais de dez anos, a China se consolidou com o principal parceiro comercial do Brasil, chegando a movimentar US$ 150,5 bilhões em exportações e importações no ano passado.
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