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Dezembro Vermelho em Palmas reforça importância do teste de HIV na rede pública | Prefeitura Municipal de Palmas


Dezembro Vermelho em Palmas reforça importância do teste de HIV na rede pública

Campanha busca fortalecer a prevenção, o diagnóstico precoce e o acesso ao tratamento, como parte das ações permanentes de cuidado em saúde na Capital

No Dezembro Vermelho, campanha nacional de conscientização sobre o HIV/Aids e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), a Secretaria Municipal da Saúde de Palmas (Semus) reforça que o teste de HIV está disponível de forma gratuita, rápida e sigilosa na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). A campanha busca fortalecer a prevenção, o diagnóstico precoce e o acesso ao tratamento, sem estigmas e sem tabus, como parte das ações permanentes de cuidado em saúde no município.

“Quando falamos em HIV, o teste é a porta de entrada para todo o cuidado, pois é ele que permite indicar a Profilaxia Pós-Exposição ao HIV (PEP) em situações de risco recente, avaliar se a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) é indicada para aquela pessoa e, nos casos positivos, garantir o início rápido do tratamento, que é totalmente gratuito no SUS. Ao ampliar o acesso à testagem e ao tratamento, a Semus fortalece a prevenção, reduz a transmissão e assegura que ninguém deixe de ser cuidado por falta de informação ou de acesso ao serviço”, destaca a coordenadora técnica das ISTs, Larissa Timponi Medeiros.

Confira sete motivos para realizar o teste de HIV

1 – Quem tem vida sexual ativa deve incluir o teste na rotina

Para pessoas com vida sexual ativa, a testagem periódica para HIV é uma medida de cuidado contínuo, assim como outros exames de rotina. Não é necessário apresentar sintomas e ao testar com regularidade, o usuário toma decisões baseadas em informação segura.

2 – Dúvidas após uma relação são indicação para testagem

Situações em que a pessoa permanece insegura após uma relação sexual já justificam a procura pelo serviço de saúde. O teste de HIV é simples, tem resultado rápido. A partir da testagem são definidos, de forma técnica, os próximos passos de cuidado.

3 – Quando algo sai do previsto, é hora de avaliar PEP e fazer o teste

Quando o preservativo rasga, escapa ou deixa de ser utilizado, aumenta o risco de exposição ao HIV. Nesses casos, a orientação é procurar a unidade de saúde o mais breve possível para avaliação da necessidade de PEP e realização do teste.

4 – O início da PrEP passa necessariamente pelo teste de HIV

A profilaxia pré-exposição é uma estratégia indicada para pessoas que apresentam maior risco de exposição ao HIV. Para iniciar o uso, o primeiro passo é realizar o teste, garantindo que o protocolo seja seguido com segurança. A partir do resultado, as equipes avaliam o perfil do usuário, orientam sobre o uso correto da medicação e organizam o acompanhamento na rede.

5 – Testar mesmo sem sintoma traz segurança e possibilita diagnóstico precoce

A ausência de sintomas não significa, por si só, ausência de infecção. Por isso, a testagem também é indicada para quem deseja simplesmente verificar sua condição sorológica. O teste, além de reduzir a ansiedade gerada pela dúvida, permite identificar precocemente casos positivos e iniciar o tratamento em tempo oportuno.

6 – Palmas oferece testagem rápida nas unidades e opção de autoteste

Em Palmas, o teste rápido é oferecido gratuitamente nas Unidades de Saúde da Família (USFs), com coleta simplificada, resultado em poucos minutos e total sigilo. A rede também conta com a modalidade de autoteste, que permite à pessoa realizar o procedimento em ambiente de sua escolha, com suporte e orientação das equipes de saúde para o correto entendimento do resultado e encaminhamentos. 

7 – Resultado positivo tem acompanhamento estruturado e tratamento gratuito no SUS

Nos casos em que o resultado é positivo, o usuário encontra acompanhamento organizado na rede municipal de saúde. Palmas dispõe das USFs e do Henfil como referência para o cuidado às pessoas com HIV, com tratamento pelo SUS. O início precoce da terapia antirretroviral melhora a qualidade de vida, reduz o risco de transmissão e reforça a mensagem de que o diagnóstico é um ponto de partida para o cuidado, não um ponto final.

Texto: Jesuino Santana Jr.

Edição: Iara Cruz



FONTE

Tribuna do Tocantins

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