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Governo federal e Estado do RJ se reúnem para definir futuro do Aeroporto Santos Dumont


Principal assunto é a redução da capacidade operacional do aeroporto e a eventual concessão do terminal junto com o Aeroporto Internacional Tom Jobim

KAUE PALLONE/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDOPassageiros aguardam no Aeroporto Santos Dumont enquanto aviões recebem combustíveis

O futuro do Aeroporto Santos Dumont, localizado na região central do Rio de Janeiro, será discutido novamente em reunião nesta quarta-feira, 8. Representantes do governo do Estado, do governo federal, da prefeitura da capital fluminense e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) vão se reunir para tratar do assunto. O principal pleito do governo estadual é a redução da chamada capacidade operacional do aeroporto. O Santos Dumont pode comportar cerca de 8,5 milhões de passageiros anualmente, mas tem operado com quase 11 milhões. O entendimento é de que, quanto maior fica a operação, mais difícil é gerir o Aeroporto Internacional Tom Jobim, o chamado Galeão, que gera uma concorrência entre os dois terminais do município. O governo do Estado e a Prefeitura do Rio de Janeiro também defendem que uma eventual concessão dos dois terminais resulte em um único administrador. Ou seja, que o vencedor do leilão a ser feito futuramente pelo governo federal seja responsável pela gestão de ambos os aeroportos, para que sejam complementares.

No entanto, em entrevista à Jovem Pan News nesta semana, o ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, disse que a atual administradora do Galeão, que anunciou no ano passado que pretendia devolver a concessão, na verdade tem planos para permanecer na administração do aeroporto internacional, desde que em novas condições, e descartou a possibilidade de os dois aeroportos serem administrados pela mesma concessionária: “Não tem que vincular o Galeão ao Santos Dumont. Na hora que vincular um com o outro, você tem a tendência de fazer com que o sujeito empurre para o mais fácil”. O Aeroporto Santos Dumont seria concedido à iniciativa provada no ano passado, na sétima rodada de concessões promovidas pelo governo federal. Mas diante do impasse envolvendo o Galeão, o terminal foi retirado do certame.

*Com informações do repórter Rodrigo Viga





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Tribuna do Tocantins

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