Ministros se reuniram nesta sexta-feira, 24, com 12 prefeitos da região para ouvir demandas e sugestões para minimizar riscos de novas tragédias
O governo federal já empenhou mais de R$ 60 milhões na força-tarefa criada no litoral norte de São Paulo para atender as cidades atingidas pelas chuvas no último final de semana. O ministro de Porto e Aeroportos, Márcio França (PSB) afirmou nesta sexta-feira, 24, que o valor “certamente vai aumentar muito”, considerando a chegada do Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) Atlântico, o maior da Marinha, com a atuação de mil militares e a criação de um hospital de campanha temporário. “Objetivo de Lula é que a gente reformule a forma anterior de deixar acontecer para depois lidar com a situação, estamos aqui para evitar que as coisas aconteçam no litoral de São Paulo. O verão continua, muita gente continua descendo a serra e não tem como impedir as pessoas de usarem seu tempo de lazer. Então esmos fazendo cada um a sua parte”, afirmou o chefe da pasta de Porto e Aeroportos, em conversa com jornalistas.
Nesta sexta, ao lado dos também ministros Sonia Guajajara e Waldez Goés, Márcio França se reuniu com prefeitos de 12 cidades do litoral paulista para ouvir as principais demandas para prevenir os episódios em épocas de chuvas. Os prefeitos são: Luiz Maurício (PSDB), de Peruíbe; Tiago Cervantes (PSDB), de Itanhaém; Márcio Cabeça (REP), de Mongaguá; Ademário Barreto (PSDB), de Cubatão; Kayo Amado (PODE), de São Vicente; Raquel Chini (PSDB), de Praia Grande; Rogério Santos (PSDB), de Santos; Válter Súman (PSB), do Guarujá; Caio Matheus (PSDB), de Bertioga; Dinoel (PL), de Eldorado; Gilberto Tadashi Matsusue (PSB), de Juquiá; e Professor Nilton Hirota (PSDB), de Registro. Entre as principais demandas, segundo França, foram citadas aumento da macrodrenagem e novas habitações. A proposta é que os chefes administrativos tenham uma nova reunião com os ministros em 15 dias, em Brasília.
“Governo está mobilizado e presente, mas é preciso que essas questões de desastres e monitoramento a gente possa estruturar sistema de alerta, tem que ser no município. Precisamos de alertas estruturados, de sirenes, de tecnologia e educação [dos protocolos]”, também defendeu Waldez Góes, ministro do Desenvolvimento Regional. Como a Jovem Pan mostrou, o titular da pasta argumenta que a população deve ser educada para seguir os protocolos emergenciais. “Tem que ter a consciência de que na hora que tocar a sirene tem que evacuar e sair da área”, afirmou Góes. Só o esforço da Defesa Civil de dar alerta não resolve. Uma das coisas é que essas áreas de risco são 14 mil pontos só medidos pelo Ministério de Minas e Energia. Precisamos começar com os municípios a instituir e estruturar sistemas de alerta. Não basta só sistema, tem que ter preparação da comunidade”, acrescentou. Neste sábado, 25, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) deve visitar o litoral norte de São Paulo. A previsão é de mais chuvas para a região nos próximos dias.
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