Levantamento da Confederação Nacional da Indústria também aponta que maioria dos usuários não acredita que o poder público consegue gerir adequadamente os transportes
Uma nova pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) traz possíveis soluções para melhorar o transporte público nas grandes capitais do Brasil. Com a população aumentando, os grandes centros têm o desafio de continuar otimizando a mobilidade urbana. Mas, para os que não utilizam o transporte público, o que seria necessário para que o uso aumentassem. De acordo com a pesquisa, a maioria dos brasileiros diz que os atrativos seriam a redução da tarifa, do tempo de espera e o aumento da segurança. O especialista em mobilidade, Miguel Ângelo, acredita que o valor não é o principal impasse. “Você só vai fazer essa mudança no dia em que o ônibus for mais rápido, ter um mínimo de conforto e segurança. […] O primeiro item é preço. Não é preço, ela vai falar isso por uma análise de custo e produto e você vai ver que é caro”, explica.
Entre os usuários de transporte público, os metrôs são mais bem avaliados, enquanto a principal queixa envolvendo ônibus é a falta de segurança. Em São Paulo, maior cidade da América Latina, mais de 7 milhões de pessoas utilizam o transporte público diariamente e a prefeitura e o governo do Estado dividem a administração. Quando o assunto é gestão, 57% dos entrevistados disseram que o poder público não consegue atuar de forma eficiente, visão que é corroborada por especialistas, que consideram crucial a troca frequente da frota de ônibus e ampliação das linhas de metrô. Ramon Cunha, especialista em infraestrutura da CNI, considera que o poder público não consegue atuar sozinho. “9 em cada 10 entrevistados apontam a necessidade de investimento para superação do déficit de mobilidade urbana no Brasil. Uma forma de atrair investimento envolve o incentivo a parcerias público privada, que contemplem não só a manutenção e operação, mas também a construção desses sistemas”, diz Cunha. A Pesquisa mostra ainda que melhorias nas vias fariam com que 39% dos entrevistados estariam dispostos a se locomover de bicicleta.
*Com informações da repórter Camila Yunes
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