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Magistrados do Poder Judiciário do Tocantins participam da 14ª edição da Fonamec


 A juíza coordenadora do Nupemec, Silvana Parfieniuk, o juiz coordenador do Cejusc Polo de Dianópolis, João Alberto Mendes Bezerra Júnior, o juiz Coordenador do Cejusc Polo de Arraias, Eduardo Barbosa Fernandes e a assessora do Nupemec, Lorena Gutierrez, participam da 14ª edição do Fórum Nacional de Mediação e Conciliação (Fonamec) que acontece  até sexta-feira (24/11) no Plenário Ministro Pedro Soares Muñoz do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS).

Com o tema “Construir Pontes para a Cultura da Paz”, esta edição teve sua abertura oficial realizada na última quarta-feira (22/11), com participação da presidente do TJRS, desembargadora Iris Helena Medeiros Nogueira, do 1º vice-presidente do TJRS, desembargador Alberto Delgado Neto, e do presidente do Fonamec, juiz de Direito do Estado do Amazonas, Gildo Alves de Carvalho Filho.

Além de magistradas, magistrados, servidoras e servidores gaúchos, participam do Fonamec representantes dos estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, São Paulo, Mato Grosso, Mato grosso do Sul, Rondônia, Paraíba, Espírito Santo, Santa Catarina, Tocantins, Paraná e Acre. Serão realizados palestras e oficinas.

Palestra
A programação do Fonamec foi aberta com a palestra da Presidente do Conselho Deliberativo da Associação Palas Athena, escritora e professora Lia Diskin. Ela abordou o tema “Superação de Conflitos e Construção de Paz”. A mesa foi conduzida pela presidente do TRE e coordenadora do Nupemec, desembargadora Vanderlei Teresinha Tremeia KubiaK, acompanhada do coordenador do Núcleo de Justiça Restaurativa no Nupemec do TJRS, desembargador Leoberto Narciso Brancher.

Lia iniciou sua fala explicando que a palavra “paz” contida no título da palestra faz referência a uma aspiração, algo que a humanidade está em busca. Citou a frase do sociólogo e filósofo Zygmunt Bauman: “Estes tempos nos oferecem liberdade de escolha jamais gozada antes, mas também nos lançam em estado de incerteza que jamais foi tão angustiante”.  Segundo a Professora, ainda que as escolhas sejam muitas, como as posições partidárias, formato de família, gênero etc, os valores da sociedade atual são reduzidos em individualismo, consumismo e competição.

“A mudança torna-se necessária quando o repertório de valores, direções e significados – já não dá conta da realidade, ou não promove satisfação e visão de futuro”, disse.



FONTE

Tribuna do Tocantins

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