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Número de mortos pelas chuvas no RS aumenta para 41; 25 estão desaparecidos


Governo do Estado subiu o número de municípios afetados de 79 para 83 e pediu prioridade por doações de kits de higiene e itens de limpeza, além de cobertores e colchões

EVANDRO LEAL/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO
Cheia do Rio Jacuí causa alagamentos e deixa desabrigados em São Jerônimo, no Rio Grande do Sul

O número de mortos em decorrência das chuvas intensas e enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul subiu para 41, segundo o governo do Estado. O boletim publicado nesta quinta-feira, 7, às 19h, indica que 15 óbitos ocorreram em Muçum e 10 em Roca Sales. Também houveram quatro mortes em Cruzeiro do Sul, três em Lajeado, dois em Estrela e Ibiraiaras tem duas mortes cada; e Mato Castelhano, Passo Fundo, Encantado, Santa Tereza e Imigrantes tem um óbito cada. Além disso, 25 pessoas estão desaparecidas. Nove delas são de Muçum, enquanto Arrio do Meio e Lajeado registram 8 desaparecidos cada. Além disso, 43 estão feridas. O governo também subiu o número de municípios afetados de 79 para 83. Mais de 3 mil pessoas foram resgatadas e 7.607 se encontram desalojadas. No total, quase 123 mil pessoas foram afetadas.

O governador do Estado, Eduardo Leite, escreveu nas redes sociais que o pretende prestar todo o apoio para que as cidades se reconstruam após o desastre. “Estive há pouco em Muçum, no Vale do Taquari, para levar não apenas o meu abraço aos moradores que vivenciaram essa tragédia, mas principalmente uma palavra de otimismo. Nós vamos reconstruir essa cidade mais rápido do que muitos pensam. O governo está totalmente empenhado nesse sentido. Não faltarão recursos, nem humanos e nem financeiros, para que consigamos ajudar Muçum e as demais cidades afetadas pela enchente”, afirmou.

“Aproveito para fazer dois pedidos à população gaúcha. Muitas pessoas estão se deslocando para essas localidades com o intuito de fazer doações. Precisamos que apenas quem mora no município ou está lá para ajudar na reconstrução vá até essas localidades. Há uma situação de calamidade em andamento e o aumento do fluxo de carros e pessoas nessas cidades dificulta o trabalho de recuperação, por melhores que sejam as intenções de quem vai até esses locais. Portanto, as doações devem ser feitas nos pontos de coleta, disponíveis no site da Defesa Civil. Agradecemos a solidariedade de todos e estamos fazendo com que as doações cheguem às pessoas o mais rápido possível. E o segundo apelo é por doações de kits de higiene e itens de limpeza, além de cobertores e colchões. Roupas, comidas e outros produtos são importantes, mas o foco nesse momento é na limpeza dos locais e em garantir que as pessoas tenham onde dormir”, completou.

 









FONTE

Tribuna do Tocantins

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