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PF deflagra 2ª fase da operação que investiga tráfico internacional de drogas dentro de aeroportos


Autoridades investigam o envio de bagagens com drogas ao exterior por meio da troca de etiquetas das bagagens nos terminais; são cumpridos seis mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária

Divulgação/Comunicação Social da Polícia Federal em Goiás
Operação Iraúna investiga um esquema de tráfico internacional de drogas feito em aeroportos

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira, 17, a segunda fase da Operação Iraúna, cujo objetivo é combater o tráfico internacional de entorpecentes, através do envio de bagagens com drogas ao exterior por meio da troca de etiquetas, realizada nos próprios aeroportos. De acordo com o comunicado da corporação, os agentes da PF cumprem oito mandados judiciais: seis de busca e apreensão e dois de prisão temporária. Esta fase é desdobramento da operação deflagrada no dia 04 de abril, quando foram cumpridos seis mandados de prisão de funcionários terceirizados do aeroporto internacional de Guarulhos, envolvidos na troca das etiquetas das bagagens de duas brasileiras que foram presas na Alemanha por tráfico internacional de drogas, mesmo sem envolvimento com o crime. Os mandados judiciais desta quarta são cumpridos em face de outros quatros funcionários terceirizados do aeroporto internacional de Guarulhos, que também são alvos da investigação pelo possível envolvimento no esquema.

As investigações encontram-se em andamento para identificar todos os integrantes da organização criminosa que tem trocado as etiquetas das bagagens para enviar drogas ao exterior. Em 5 de março, duas passageiras brasileiras, Kátyna Baía e Jeanne Paolini, vindas de Goiânia, foram presas por tráfico internacional de drogas, na cidade alemã de Frankfurt, após desembarque de voo procedente do Brasil. Suas bagagens tinham sido despachadas no Aeroporto Santa Genoveva, em Goiás. No entanto, suas etiquetas foram trocadas no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. As duas brasileiras puderam voltar ao país, depois de ficarem mais de 30 dias presas em Frankfurt, após uma determinação do Ministério Público, que analisou vídeos enviados por autoridades brasileiras que comprovavam a inocência de ambas.





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Tribuna do Tocantins

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