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Polícia do DF está preparada para cuidar da democracia ou do Carnaval com 1,5 mi de pessoas, diz Celina Leão


Capital federal registrou 24% menos crimes na folia de 2023 se comparado com 2020; não houve nenhuma morte neste ano

TON MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDOGovernadora em exercício do DF, Celina Leão, ressalta o trabalho da Polícia Militar na folia

A governadora em exercício de Brasília, Celina Leão, exaltou o trabalho da Polícia Militar no Carnaval da cidade por não ter sido registrada nenhuma morte durante a folia. “Nossa polícia é muito bem treinada. Precisa de reconhecimento a nossa Polícia Militar. Uma polícia que já está machucada pelo dia 8 [de janeiro] e que vai para as ruas com sua força total, junto com a Polícia Civil e Corpo de Bombeiros, demonstrar que está à altura não só de cuidar da democracia, mas de cuidar de uma festa com 1,5 milhão de pessoas, sem ter uma ocorrência um pouco maior”, defendeu. O governo local ressalta que o Carnaval de Brasília não pode ser caracterizado como violento, que os problemas são pontuais e que a festa é extremamente importante para a cidade, já que foram gerados 6 mil empregos diretos e 17 mil indiretos em Brasília.

O Carnaval do Distrito Federal reuniu 1,5 milhão pessoas, mas teve redução na criminalidade de 24% na comparação com 2020 e de 50% em relação a 2019. Ainda assim. em um único bloco, 17 pessoas foram esfaqueadas no último domingo, 19. Foram apreendidas 55 armas brancas, como facas e canivetes. A rede hospitalar recebeu 84 pacientes que abusaram do álcool e 38 pessoas que foram agredidas nos blocos. 880 veículos foram abordados nos quatro dias. 190 pessoas foram flagradas dirigindo bêbados; 50 condutores não tinham carteira de motorista e 35 estavam com o documento vencido. 127 foram apreendidos. Quase 1.200 multa aplicadas, sendo 435 por estacionamento proibido. Representantes do bloco Os Raparigueiros, no qual tradicionalmente os foliões são agredidos com facas, pediram um encontro com o governo local, que já avisou que será necessário buscar alternativas, reformular a festa, uma vez que o bloco é o mais violento da cidade.

*Com informações da repórter Luciana Verdolin





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Tribuna do Tocantins

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