Operação da Polícia Civil do Distrito Federal prendeu os dois acusados de extorsão que cobravam até R$ 10 mil das vítimas; foram identificados casos em sete cidades
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), com apoio da Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCSP) deflagrou a Operação Laqueus na manhã desta quinta-feira, 13, para investigar dois homens que fingiam ser atores de filmes adultos para encontrar vítimas e extorqui-las. Ao todo, foram cumpridos quatro mandados, sendo dois de busca e apreensão e dois de prisão temporária, que foram cumpridos em São Paulo. Segundo a PCDF, os homens tinham 22 e 27 anos e utilizavam sites que ofereciam serviços de acompanhantes voltados ao público LGBTQIA+ para localizar vítimas e depois chantageá-las. Os suspeitos faziam anúncios fakes nos quais divulgavam um número de telefone para contato. Quando as vítimas entravam em contato, os autores ganhavam a confiança delas, levantando informações e trocando fotos de cunho sexual que seriam usados para chantagem posteriormente. Ainda segundo a Polícia, a preferência era por vítimas com alto poder aquisitivo e que fossem casados. Quando identificavam esse perfil na vítima, os suspeitos cobravam transferências bancárias com valores entre R$ 3 mil e R$ 10 mil para não expor os homens para seus familiares, esposas, filhos, empregadores e amigos. Para convencer as vítimas, os homens encaminhavam dados pessoais, como nome, endereço e profissão, obtidos de maneira ilícita.
Os criminosos divulgavam anúncios em sites de garotos de programa que são acessados em diversas regiões do país. Segundo a Polícia Civil, foram encontradas vítimas nas cidades de Macaé (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC), São Paulo (SP), Maringá (PR) e Brasília (DF). No Distrito Federal, a dupla se apresentava como atores cariocas em pelo menos cinco sites distintos. Dentre os alvos dos suspeitos, segundo a PCDF, estavam empresários e até servidores públicos do alto escalão. Os detidos irão responder judicialmente pelos crimes de extorsão, podendo ser condenados a uma pena de 15 anos para cada vítima identificada.
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