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Policial militar é baleada nas costas em ataque no litoral paulista


Vítima foi socorrida e levada para a Santa Casa de Santos; ataque ocorreu dias após o ataque contra dois soldados da Rota, que resultou na morte do soldado Patrick Bastos Reis

Taba Benedicto / Estadão Conteúdo
Desde o início da Operação Escudo, autoridades confirmaram a morte de 13 pessoas

Uma policial militar foi baleada nas costas na manhã desta terça-feira, 1º, em Santos, no litoral de São Paulo. A informação é da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. A vítima de 34 anos foi atingida por dois tiros enquanto realizava uma patrulha no bairro do Campo Grande. Segundo a pasta os suspeitos estacionaram o veículo na Rua Evaristo da Veiga, próximo de onde uma viatura da polícia estava estacionada. Ainda segundo o órgão, os criminosos saíram do carro, correram e atiraram contra os policiais. Na sequência, eles fugiram do local. Um dos tiros acertou a policial nas costas. Ela foi socorrida e levada na Santa Casa de Santos, onde permanece internada. De acordo com a SSP, a policial está corporação há 10 anos. O órgão informou que a polícia busca pelosa autores dos disparos. O caso é investigado pelo 1º Distrito Policial de Santos.

O ataque ocorreu dias após o ataque contra dois soldados da Rota, que resultou na morte do soldado Patrick Bastos Reis. Ele foi atingido no ombro por um disparo de calibre 9mm e morreu. Outro soldado foi atingido na mão. O caso aconteceu no Guarujá, na quinta-feira, 27. A polícia deflagrou a Operação Escudo e, segundo o último levantamento da SSP, 13 pessoas morreram. As vítimas teriam entrado em confronto com os agentes de segurança durante a operação. Além das mortes, a SSP informou que 32 suspeitos foram presos e que 20,3 kg de drogas e 11 armas foram apreendidas. Em nota, a SSP informou que determinou que os casos sejam investigados pela Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC) de Santos e pela Polícia Militar por meio de Inquérito Policial Militar (IPM). Além disso, a corporação confirmou que imagens das câmeras corporais fixadas nas fardas dos PMs serão anexadas aos inquéritos em curso e ficarão disponíveis para “consulta irrestrita pelo Ministério Público, Poder Judiciário e Corregedoria da PM”.





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Tribuna do Tocantins

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