Categories: Estado

Portal do Ministério Público do Estado do Tocantins


O Ministério Público do Tocantins (MPTO) aderiu, na tarde desta terça-feira, 12, durante seminário em Brasília, ao projeto “Primeiros Passos”, uma iniciativa do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) voltada à promoção de ações integradas com diversas instituições para a proteção e cuidado da infância.

O projeto aborda três pilares centrais: a expansão de vagas em creches, a implementação de serviços de acolhimento familiar e o enfrentamento à violência infantil.

Na cerimônia de adesão, o procurador-geral de Justiça, Luciano Casaroti, parabenizou o CNMP pela iniciativa e destacou o protagonismo do presidente Paulo Gonet na defesa da primeira infância. 

“Nosso engajamento e atuação como agentes de transformação social nas questões relacionadas à primeira infância são fundamentais”, afirmou Casaroti, ressaltando o trabalho do Ministério Público tocantinense no fomento à implementação de políticas públicas voltadas à primeira infância no Tocantins.

Como exemplo, ele pontuou a realização de audiências públicas e outras ações para conscientizar a comunidade sobre a implementação do Serviço de Acolhimento em Famílias Acolhedoras em vários municípios tocantinenses, além de reunião com mais de 50 prefeitos tocantinenses para tratar do acesso à educação infantil a partir da conclusão das obras paralisadas de creches e pré-escolas.

Destaque

Referência nacional pela atuação na área da Infância e Juventude, o promotor de Justiça do Tocantins Sidney Fiore Júnior participou do seminário, na mesa-redonda “Serviço de Família Acolhedora”. Ele abordou aspectos importantes do acolhimento familiar como medida protetiva aplicada a crianças e adolescentes que precisam ficar temporariamente afastados da sua família de origem em razão de violações aos seus direitos.

“Esse tema é muito importante para todos nós. No Brasil, a respeito do programa, o desafio é cultural, de fazer conhecer o que é e do que se trata a iniciativa das famílias acolhedoras, também em contraste com o acolhimento institucional”, detalhou ele. 

A fala do membro do MPTO foi dividida com a do diretor do Departamento de Proteção Social Especial do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, advogado Regis Spindola. Na ocasião, deram seu depoimento Daniela Mariano e Nilton Mariano. Nos últimos quatro anos, a família deles acolheu seis menores de idade em situação judicial.





FONTE

Tribuna do Tocantins

Recent Posts

Abertas até 31 de julho as inscrições para a segunda edição da Mentoria sobre Autocuidado com práticas naturais e meditação

Magistrados(as), servidores(as) e estagiários(as) do Poder Judiciário do Tocantins já podem se inscrever para a…

14 horas ago

CNJ promove dia 27/7 evento que marca os 20 anos da primeira condenação do Brasil pela Corte Interamericana de Direitos Humanos

Os 20 anos da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos…

15 horas ago

Fé, história e turismo: Porto Nacional apresenta legado do Padre Luso na ExpoCatólica | ASN Tocantins

A história de fé que marca Porto Nacional ganha destaque nesta semana, em São Paulo,…

16 horas ago

“São as mulheres que sempre estão na luta”, diz líder quilombola no Dia da Mulher Negra

Neste 25 de julho, data em que são celebrados o Dia Internacional da Mulher Negra…

16 horas ago

Nota de Pesar pelo falecimento da oficiala titular do Cartório de Registro de Imóveis de Porto Nacional, Bertilha Alves Leite

O Tribunal de Justiça do Tocantins, por meio da Corregedoria-Geral da Justiça, manifesta profundo pesar…

20 horas ago

Comissão aprova projeto que permite a municípios inadimplentes manterem convênios com a União

Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados Ricardo Ayres, relator da proposta A Comissão de Constituição e Justiça…

23 horas ago