O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Tocantins (MPTO), deu apoio nesta terça-feira, 30, à Operação Mamon, que identificou uma grande rede de lavagem de capitais ilícitos provenientes de várias modalidades criminosas, com a utilização de empresas fantasmas, dentre elas uma rádio e uma igreja evangélica.
Estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão – um deles, em Araguaína, além do sequestro de veículos e valores em conta bancária, no valor de R$ 170 milhões.
A operação, deflagrada pelo Ministério Público e pela Polícia Civil de Minas Gerais, contou com apoio ainda dos Gaecos de São Paulo, Alagoas e Amapá.
Segundo o MPMG, essa rede criminosa movimentou, em valores suspeitos, mais de R$ 6 bilhões nos últimos cinco anos. (Texto: João Pedrini/MPTO)
Dando continuidade às ações da Semana da Reciclagem, a Comissão Gestora do Plano de Logística…
O Poder Judiciário do Tocantins encerra suas atividades nesta sexta-feira (15/5) na Feira de Tecnologia…
Em um importante momento de cooperação e intercâmbio institucional, o Tribunal de Justiça do Tocantins…
Reflexão, escuta e diálogo marcaram o encerramento da programação da V Semana Nacional de Combate…
Em meio à movimentação intensa da Agrotins 2026, o estande do Sebrae Tocantins se consolidou…
O avanço da tecnologia e as mudanças no mercado da pecuária exigem uma nova postura…